Cordiolli Transportes comemora 40 anos em 2017

06/03/2017

 

 

Com apenas dois caminhões, Laurindo Cordiolli fundou em 2 de janeiro de 1977 a Cordiolli Transportes, mas o primeiro capítulo dessa história que percorre diariamente as rodovias do Brasil começou nas lavouras de café.

Em 1951, o empresário mudou-se para Maringá com a família para ajudar o pai a tocar um cafezal. Seis anos depois, seo Laurindo resolveu mudar o rumo da sua vida. O emprego na Casa Vila Rural - uma empresa de secos e molhados - foi o primeiro contato do então jovem com o setor de transporte de cargas. Lá, ele trabalhou com um Ford F600 durante três anos, mas deixou o emprego para dirigir o caminhão que seu pai havia comprado, transportando madeira, café, algodão e milho até o porto de Paranaguá e Rio de Janeiro.

 

Em 1962, casou-se com Antonia Laquanetti Cordiolli e passou a trabalhar como motorista autônomo com um pequeno caminhão que comprou. “O início foi difícil. Quando começamos a empresa era muito pequena, mas superamos os desafios e a empresa foi crescendo até chegar onde chegou”, lembra Laurindo Cordiolli.

 

Há 40 anos a Cordiolli Transportes constrói a sua história em Maringá (PR). Atualmente, a empresa conta com uma frota formada por 204 veículos da Scania e 319 colaboradores. Transporta aproximadamente 51 mil toneladas de produtos por mês e percorre, mensalmente, cerca de 2 milhões de quilômetros. Em 2000, uniu-se a outras transportadoras de Maringá e há 17 anos a Cordiolli integra o Grupo G10.

 

Juntamente com seo Laurindo Cordiolli, os filhos Paulo Roberto, Fernando e Sérgio administram a empresa que, agora, também recebe a terceira geração para dar continuidade ao trabalho que começou há quatro décadas com o avô. “Poder contribuir para o crescimento de uma empresa sabendo que quem começou do zero foi seu avô, é muito satisfatório”, conta Fernanda Cordiolli que trabalha há quase dois anos na empresa.

 

Sobre os planos para o futuro, seo Laurindo é realista. Mantém as esperanças, mas não ignora o momento difícil que o País está vivendo. “Espero que a Cordiolli cresça. Não vamos desanimar. A família vai trabalhando, levando pra frente. Tenho que vão fazer dar certo. Sinto muito orgulho e tenho esperança que o futuro será bom.”

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